sexta-feira, 30 de maio de 2008

MAIS COMIDA!


Mais Comida!

Já faz um tempo que vários estados e ONGs vem denunciando o problema da alimentação no mundo. Os recursos estão cada vez mais escassos e, na última semana, o Banco Mundial afirmou que nos últimos três anos os alimentos sofreram uma alta nos preços de cerca de 83%. Se não desenvolvermos uma política eficiente para produção e comercialização de alimentos em muito pouco tempo veremos nossos problemas assumindo proporções gigantescas.

Esta questão me fez lembrar que a história bíblica também já registrou momentos de crise alimentícia.

O livro de Gênesis, por exemplo, conta a história de José. Ele era um dos filhos de Jacó e, por conta de problemas com os seus irmãos, acabou sendo vendido como escravo aos ismaelitas, que por sua vez, o venderam ao Egito. Lá, na terra dos faraós, ele passou por muitas provas, mas, depois de interpretar um sonho de Faraó, que falava sobre anos de fartura e de fome, acabou sendo elevado à categoria de governador e, então, gerenciou com sucesso uma das maiores crises de alimento registrada na história bíblica.

Posteriormente, quando Moisés conduzia o povo de Israel para fora do Egito, no memorável êxodo, muitos reclamaram por comida. Houve entre os peregrinos os que desejaram retornar ao Egito e às suas panelas. No entanto, como prova do cuidado providencial de Deus, o alimento caia do céu – era o “maná” de Senhor.

Já no Novo Testamento a história registra um dos momentos mais marcantes do ministério de Jesus quando ele alimenta uma multidão. Milagre esse que aconteceu mais de uma vez! Numa das ocorrências, foi levado a Jesus cinco pães e dois peixinhos e a partir da sua intervenção foram alimentados cinco mil homens, sobrando ainda doze cestos cheios.

O que é interessante notar é que nas histórias bíblicas sempre houve alimento para quem precisou. Principalmente quando a fome que matava afligia também a alma.

Certa vez Jesus disse: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém comer desse pão, viverá para sempre. E o pão que eu darei para que o mundo tenha vida é a minha carne.”.

A pior fome do ser humano é aquela que aflige a alma. Há entre nós os que vivem em extrema desnutrição espiritual. E se é triste ver alguém aflito por pão, muito pior é ver alguém morrendo sem Cristo.

Lutemos pelo pão, fruto do trigo, mas vivamos pelo verdadeiro pão, fruto do Cristo!


"Creio que não devemos nos esquecer das nossas responsabilidades sociais. Mas, se aquele que conhece o pão vivo, que é Jesus, se envolver na obra social sem o intento de libertar verdadeiramente o homem com a mensagem da salvação, não estará cumprindo o mandato de Jesus." Veja aqui o ensino de Calvino sobre a responsabilidade social da Igreja.


sábado, 24 de maio de 2008

INSCREVA-SE JÁ!!!!!!

O conselho de Educação Cristã da Igreja Presbiteriana de Patrocínio está promovendo um curso especial para capacitação de pais, professores e líderes do ministério com crianças.
As inscrições estão abertas para o curso que será ministrado no final de julho, como indicado no cartaz. (clique no cartaz para uma resolução melhor)
Você pode fazer sua inscrição no email ipbpatrocinio@gmail.com, ou pelos telefones: (34) 3831-2868 (horário comercial). Outras informações (34) 9168-9600 - Pr. Cleverson. Se preferir, mande uma mensagem pelo formulário do blog.

Clique aqui e veja como levar esse curso para a sua Igreja.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA - AGENDE ESTA DATA!

No ano do Jubileu de brilhante da Igreja Presbiteriana de Patrocínio muitas programações especiais vão edificar o coração do povo de Deus. Marque esta data na sua agenda e venha adorar conosco. Aproveite e visite o site da nossa Igreja. Clique aqui.
Para visualizar o cartaz numa resolução melhor, clique na foto.

O SOBERANO DO HOMEM E O SOBERANO DE DEUS



O soberano no homem e o Soberano Deus

Essa semana li uma notícia na folha online que achei meio engraçada. A manchete dizia assim: “Superávit leva Lula a suspender fundo soberano”. Minha primeira reação, sem refletir e me aprofundar no tema foi: Que fundo soberano é este que pode ser suspenso assim, sem que ninguém tome conhecimento nem mesmo da sua existência? Por quê ele não fez uso da sua “soberania” para se manter? Brincadeiras à parte, a questão é técnica e econômica. Mas que ele (o fundo) não é soberano, isso não é!

A palavra soberano significa supremo, excelente, superior, e ressalta uma virtude que, na sua acepção mais pura, só pode ser atribuída à Deus.

Alguns momentos registrados na Bíblia mostram Deus como alguém que está acima de qualquer outro. No livro do profeta Isaías, por exemplo, ele diz: “Eu sou Deus e sempre serei. Ninguém pode escapar do meu poder e ninguém pode desfazer o que eu faço.". E o apóstolo Paulo também escreveu: “Mas quem é você, meu amigo, para discutir com Deus? Será que um pote de barro pode perguntar a quem o fez: "Por que você me fez assim?".”. Creio ser também importante, considerar as palavras de Davi que escreveu assim, no Salmo 93:

1 O Deus Eterno é Rei. Ele está vestido de majestade e coberto de poder. A terra está firme no seu lugar e não pode ser abalada.

2 Ó Deus Eterno, o teu trono está firme desde o princípio; tu sempre exististe.

3 Ó Deus Eterno, o mar profundo levanta a sua voz, o mar ergue a sua voz e ruge.

4 O Deus Eterno reina no céu com poder. A sua força é maior do que a fúria do oceano e mais poderosa do que as ondas do mar.

5 As tuas leis, ó Deus Eterno, merecem confiança, e o teu Templo é santo para sempre.

Não obstante, devemos lembrar que essa soberania do Senhor não o coloca numa posição de opressor, como os “senhores feudais” que oprimiam os seus “protegidos”, nem como o dono de escravos que ignorava o próximo como um ser humano, muito menos como os ditadores dos regimes de exceção que ainda afligem algumas nações.

Na sua soberania Deus requer dos seus o temor devido à santidade do seu nome, o que lhe é direito. Mas também se relaciona como um pai, sustentando ativamente aqueles que buscam o refúgio dos seus braços. Ele não os trata com desdém, mas como filhos recebidos em amor. E em Cristo Jesus, o Deus soberano ainda traz aos seus filhos a promessa de um dia viverem eternamente juntos.

O certo é que o Deus Todo-Poderoso jamais tem a sua soberania ameaçada. E é por isso que a Bíblia diz: “O nome do Deus Eterno é como uma torre forte para onde as pessoas direitas vão e ficam em segurança.”. Ele não é como uma medida econômica, que antes de nascer já pode morrer. Busque a presença de Deus e tenha uma nova sensação de segurança no único que é soberano de verdade!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

SE RENDER NÃO EXISTE EM NOSSO DICIONÁRIO


Se render não existe em nosso dicionário

De fato emociona a luta dos socorristas na China. Já são dias trabalhando para resgatar vítimas de uma grande tragédia.
Segundo informações da BBC, o número de mortos pode chegar a 50 mil. Mas, a despeito das proporções gigantescas do desastre provocado pelos terremotos, centenas de pessoas se esforçam na busca por sobreviventes. Após 72 horas, quando as possibilidades de vida se tornam praticamente nulas, um jornalista inquiriu um socorrista sobre a viabilidade dos trabalhos e ouviu a seguinte resposta: “se render não existe em nosso dicionário”.
Quando li esta frase pensei em quão facilmente desistimos das coisas. Por menores que sejam os empecilhos abandonamos rotas e traçamos novos planos, ou simplesmente nos conformamos. Por outro lado, senti um desejo profundo de glorificar a Deus por não desistir de nós, mesmo diante dos prognósticos mais desanimadores.
Quando o apóstolo Paulo escreveu sua carta aos efésios, ele fez uma declaração impressionante sobre o amor de Deus. Ele disse: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,”. Não havia no homem nenhum atrativo em função do seu estado de morte. No entanto, Deus olhou compassivamente para ele e o transformou com a vida que emana do seu ser.
Mas não pense que esse foi um ato simples. Trazer à vida alguém que jaz no mais profundo abismo espiritual só pode ser uma obra sobrenatural. Ensinam as Escrituras que Deus enviou o seu Filho para que, por sua morte, experimentássemos a vida.
Certamente precisamos da própria ação de Deus para entender a dimensão dessa obra de salvação.
Cremos num Deus amoroso que é a fonte de todo o bem que conhecemos. Mas também cremos num Deus justo, tão puro de olhos que não pode envolver-se pessoalmente com o mal. Em função do seu amor, Deus não pode negar a sua santidade, nem tampouco o exercício da sua justiça. Assim, para que experimentemos o seu amor ele desviou a sua justiça, para que ela fosse executada na pessoa de um substituto legalmente constituído – Jesus.
Este substituto, de maneira determinada, cumpriu seu ministério, rendendo-se na cruz, onde suportou o justo juízo de um Deus que procura a salvação dos seus filhos. Ensinam as Escrituras que a cruz e o túmulo não puderam retê-lo e, por sua vitória sobre a morte, ele conquistou o direito de resgatar e vivificar todos os que crêem no seu nome.
A diferença entre o resgate de Jesus e o dos socorristas da China é que o Filho de Deus não permitirá que nenhum dos seus morra, por isso João disse: “Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.”
Peça a Deus pela vida das vítimas na China, mas agradeça muito mais pelo resgate de Jesus! Afinal de contas Ele se rendeu na cruz pra não desistir nunca de você.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

MENTE ABERTA


Mente Aberta!!!!

Você já deve ter encontrado alguém dizendo que é preciso ter a mente mais aberta, ouvir outras opiniões e ler autores que contradigam o seu ponto de vista. Eu já conheci alguns! A impressão que muitos me passaram é de insegurança. Eles não conseguem suportar a idéia de que alguém se satisfez com a verdade.

Naturalmente não estou sugerindo que a verdade não deva ser experimentada e provada. Mas afirmo que, negar que seja possível conhecer a verdade absoluta é simplesmente uma fuga moral e espiritual daqueles que têm medo de serem confrontados por ela.

Portanto, creio que admitir a existência de “várias” verdades é o mesmo que negar a possibilidade de algo ser verdadeiro. É como se em algum momento das nossas vidas nos víssemos incapacitados pela nossa ignorância. E, diante dessa incapacidade tentássemos remediá-la expondo as nossas dúvidas como se fossem respostas. Assim, entendo que “não acreditar que algo seja possível” ou que “determinada atitude Divina seja inconcebível” não anula a existência de uma verdade, apenas ressalta o quão distante estamos dela.

Para que conheçamos a verdade, tal qual ela é, precisamos nos livrar das angústias interrogativas do nosso coração. É como se precisássemos sair de nós mesmos para encontrá-la pura e íntegra. O que quero dizer é que podemos conhecer a verdade de fora para dentro e não da maneira tradicional, ou seja, de dentro para fora.

De dentro para fora encontramos apenas a elaboração das nossas dúvidas. Em muitos casos essa elaboração entorpece a mente e a fecha para a realidade. Mas, quando buscamos a resposta de fora para dentro, nossas dúvidas são confrontadas e resolvidas pelo impacto da verdade.

Mas a essa altura você deve perguntar: É possível conhecer a verdade de fora para dentro? E a resposta é afirmativa. O que precisamos é buscá-la na revelação que Deus faz de si mesmo. Porém, devemos ressaltar que essa busca da verdade em Deus não terá resultado se pelo seu Espírito Santo não formos conduzidos. Esse é o milagre da fé!

Para muitos, a fé é a resposta irracional de quem não quer submeter a verdade ao critério da prova. No entanto, nada é mais irracional do que viver sem respostas ou torturado pelas dúvidas. A verdade liberta, como disse Jesus: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” e também nos dá a paz, como declarou João: “E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranqüilizaremos o nosso coração; pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas.”.

Se você tem a “mente aberta”, experimente o que Jesus pode ensinar!