sexta-feira, 19 de setembro de 2008

ESCOLA DOMINICAL - OPORTUNIDADE TRASNFORMADORA


A Escola Dominical – Uma oportunidade transformadora!


O crescimento econômico do país fez com que a oferta de serviços fosse cada vez mais especializada. E o consumidor, ávido por novidades, não tem se importado muito com o que está sendo oferecido, desde que isso lhe forneça alguma comodidade. Dentro dessa nova onda está a oferta de ensino. Existem milhares de escolas se multiplicando em nossos dias, oferecendo ensino de “boa qualidade” e fazendo com que muitas famílias deixem de acompanhar o que realmente está sendo ensinado aos seus filhos. Ao nos aproximarmos do dia da Escola Dominical gostaria que pensássemos sobre o que temos realmente desejado que seja ensinado aos nossos filhos.
Quando Robert Raikes fundou a Escola Dominical seu propósito era bem amplo. Ele não apenas oferecia ensino bíblico, mas também aulas em outras áreas do conhecimento humano. Seu propósito era oferecer a sociedade uma alternativa confiável ao processo de educação do seu tempo.
Diante disso devemos reconhecer que por vocação a Escola Bíblica Dominical tem como proposta ser um agente formador de caráter do ser humano como um todo, aplicando, para tal, a totalidade do ensino das Escrituras às experiências humanas. Não obstante, muitos têm subestimado o poder e o valor da Escola Dominical quando deixam de participar dela. Assim, por mais paradoxal que possa parecer, em plena era da informação e do conhecimento a Escola Dominical vem sofrendo baixas significativas. O número de alunos matriculados vem sendo reduzido e todos esses problemas não são apenas o reflexo da sua infra-estrutura, mas também o resultado do desinteresse de uma sociedade que compra mas não constrói.
Sendo assim, pense nas oportunidades que você e sua família podem ter matriculando-se e entregando-se ao ensino da Escola Dominical. Não entregue a outro o que de mais importante você pode oferecer a sua família, ou seja, a sua educação. Creia no poder dos valores bíblicos agindo no coração do seu filho e na força transformadora do evangelho tratando os males que afligem a sua casa. E, se você ainda não é: Torne-se um aluno da Escola Dominical.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

FELIZ A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR


“FELIZ A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR”

As eleições municipais estão se aproximando e com elas a possibilidade de participarmos de um processo construtivo em nossa pátria. Escolheremos o prefeito, o vice-prefeito e os vereadores que nos representarão nos próximos quatro anos. Certamente, todos compreendem a singularidade desse momento, afinal, como diz a propaganda: “Quatro anos é muito tempo”.

Sendo assim, devemos pensar na posição dos cristãos diante das eleições municipais.

Ele deve ser consciente do governo soberano de Deus sobre todas as coisas. Não podemos nos esquecer que toda autoridade procede de Deus. Mesmo que não tenha sido aquela que escolhemos. Ademais, devemos lembrar que os homens são instrumentos, mas a direção da história está inteiramente nas mãos de Deus.

Ele deve ser consciente das suas responsabilidades civis. A urna não é local de protestos. O cristão consciente das suas responsabilidades civis procura conhecer a plataforma de governo dos candidatos, e, em oração, diante do Senhor, escolhe aquele que tem as melhores propostas para a sociedade.

Ele deve ser consciente sobre a corrupção do ser humano e orar para que Deus preserve os cristãos da influência do mundo. É um erro pensar que o cristão verdadeiro não se envolve em política. Essa conclusão é uma síntese anti-bíblica. Devemos lembrar que não se influencia um sistema ausentando-se dele. As mudanças ocorrem de dentro para fora. Por isso, procure preferencialmente bons candidatos cristãos, com caráter irrepreensível, e que não negociam seus princípios evangélicos.

Contudo, devemos lembrar que não esperamos uma teocracia, pelo menos por enquanto. Sabemos que haverá um tempo em que o Reino de Deus se manifestará de uma forma plena e eterna sobre nós. Embora a sua presença já seja real, ela ainda não é plena. Enquanto isso, vivamos aqui como bons cidadãos, buscando nele a direção para a vida de nossa sociedade.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

INDEPENDÊNCIA OU MORTE!


Independência ou Morte

Lá se vão 186 anos da Independência do Brasil. Ensina a história que no dia 07 de setembro de 1822, às margens do Rio Ipiranga, D. Pedro I declarou a independência do nosso país. E de lá pra cá, muitos ainda continuam sem conhecer a liberdade. E esta condição de escravidão é percebida nos fatos que cercam a nossa história.
Por exemplo, recentemente, artigo publicado em um blog denunciava uma possível fraude na campanha de vacinação contra a rubéola, promovida pelo governo federal. Segundo o artigo, a vacina ministrada aos brasileiros poderia conter na sua composição o “hormônio Gonadotrofina Coriônica Humana (hCG), o qual cria imunidade contra a gravidez quando vem incluído numa vacina, iniciando micro-abortos.” Corrupção? Enquanto isso, o Supremo Tribunal Federal discute a legalização do aborto de anencéfalos, legalização que é abertamente defendida pelo Ministro da saúde José Gomes Temporão. Por outro lado, a Agência Brasileira de Inteligência se vê às voltas com uma denúncia de grampo ilegal. Corrupção?
Não, isso não é apenas corrupção, é também escravidão. O homem distante de Deus vive sob a escravidão, acreditando ser livre. Suas ações diferem dos preceitos de Deus e sua vida está longe de agradá-Lo.
Ele não consegue se libertar das disposições internas da sua natureza, que conforme o ensino das Escrituras está corrompida pelo pecado (Rm. 3:23, Rm 1, Rm 7). A verdade é que o homem natural não consegue perceber o imbróglio em que ele se envolveu. Ele se sente livre, quando na verdade está perdido.
Quando o apóstolo Paulo se deparou com esta condição humana ele deu, o que podemos chamar de o verdadeiro brado de liberdade: “Graças a Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.”. Não haverá liberdade verdadeira enquanto o homem não conhecer pessoalmente o Senhor Jesus. E como Igreja devemos entender que cabe a nós o ministério de proclamar esta libertação verdadeira.
Devemos lembrar ainda que a transformação da nossa sociedade passa pela mensagem do evangelho. Só os preceitos da Palavra poderão moldar consciências e transformar o caráter do homem.
Portanto, considerando que hoje é o dia da independência, fale de Jesus para alguém! Pois se não houver independência do pecado, certamente haverá morte! (Rm. 6:23).

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A PROFUNDA SIMPLICIDADE DA FÉ


A profunda simplicidade da Fé


Existem coisas que parecem tão óbvias e previsíveis que se torna quase impossível acreditar na sua eficácia. Você já deve ter recorrido àquelas receitinhas da vovó, que não tinham absolutamente nada de científico, mas funcionavam como os mais testados e aprovados medicamentos. Alguém disse que a sabedoria popular é preciosa. No entanto, quanto mais complexas se tornam as questões discutidas maior o ceticismo em torno das soluções simples.
Pensando sobre essa questão nos vemos envolvidos com a discussão sobre a fé. As Escrituras a definem como um elemento imprescindível para agradarmos ao Senhor e também como a certeza de coisas que não se vêem mas que se esperam. E assim, relacionar questões eternas a um elemento que parece tão subjetivo tem se tornado um dos maiores obstáculos ao homem contemporâneo.
Diante disso devemos considerar três coisas:
Primeiramente devemos lembrar que a fé um elemento espiritual de origem divina. Nas Escrituras aprendemos que a fé é uma dádiva de Deus (At. 13:48, Ef. 2:8, Rm. 1:8), quando a exercemos o fazemos em razão da graça do Senhor derramada sobre nossas vidas. Por isso, os esforços intelectuais são inúteis e incapazes de perscrutar mistérios divinos.
Segundo, devemos lembrar que a fé extrapola, em virtude da sua natureza, os limites da razão. Com isso não estamos sugerindo que a fé seja irracional, mas ela é supra-racional, ou seja, suas percepções podem ir além do que a razão pode conceber, e tudo isso como fruto da vontade de um Deus que quer se revelar.
Terceiro, devemos lembrar que é a simplicidade da fé que atesta a nossa profunda confiança em Deus. Se pudéssemos racionalizar todas as circunstâncias, o mérito de crer seria totalmente nosso. Deus nos tem chamado a crer mesmo quando não há evidências.
Ter fé não significa desenvolver uma habilidade natural, mas ser alvo da graça do Senhor que nos permite vislumbrar realidades espirituais que só fazem sentido na nova vida.
Se você tem crido no Senhor, Amém! Se ainda tem dúvidas, ore, pois só o Senhor pode nos esclarecer, pela fé, acerca das riquezas imensuráveis da eternidade.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

E NÃO VOS CONFORMEIS




E não vos conformeis com este século


As mudanças do mundo são cada vez mais rápidas, e o pensamento de uma época sofre transformações profundas. No entanto, um dos grandes problemas dos nossos dias é que muitos desses pensamentos, por causa da sua fundamentação rebelde e iníqua, acabam influenciando cristãos incautos e levando-os para longe da vontade de Deus.
Quando o apóstolo Paulo escreve sua carta aos romanos, uma das suas grandes preocupações é mostrar aos seus leitores a necessidade de considerarem as transformações do seu tempo e evitaram as suas influências. O apóstolo sabia que o “esquema” do mundo tem como propósito desviar os crentes do cerne da vontade do Senhor.
Basicamente, a estratégia do “esquema” de pensamento do mundo contemporâneo quer nos levar a três erros graves, os quais passo a descrever a seguir:
a) O primeiro erro é o da “indiferença”: Muitos já não se preocupam em ser uma voz profética e contrária ao que está aí. Simplesmente vêem o erro diante deles e, em muitos casos, fingem que nada está acontecendo;
b) O segundo básico, a que este mundo quer nos conduzir, é o da aceitação tácita, ou sem grandes questionamentos, dos princípios de um mundo rebelde. Hoje, muitos crentes admitem determinados comportamentos que, sem perceber, acabam afrontando preceitos claros das Escrituras Sagradas, como, por exemplo, a desobediência quanto à guarda do dia do Senhor. Para muitos já não parece tão necessário guardar o dia do Senhor;
c) O terceiro erro, que se constitui num grave desastre para a vida do crente, é o da absorção dos princípios deste mundo. Primeiro, nos tornamos indiferentes, depois os aceitamos sem grandes questionamentos e por último, se não formos cautelosos, nos tornaremos defensores dos padrões deste mundo.
Assim, diante de tantos perigos, lemos a exortação do apóstolo que diz: “Não vos conformeis com este século”. Irmão, tem se tornado cada vez mais urgente a necessidade de conhecermos melhor os valores das Escrituras e os usarmos como um contraponto ao que está ai. Precisamos confrontar o mundo com os valores de Deus.
Você tem tido essa preocupação? Pense seriamente nisso!

ps - Esta reflexão é fruto de um módulo sobre cosmovisão reformada, que realizei no CPAJ em SP.


Para um pouco mais de detalhes sobre cosmovisão - clique aqui.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

DEIXADOS PARA TRÁS


Deixados para Trás

Talvez você já tenha assistido aos filmes da série Deixados para Trás (Left Behind), que numa obra de ficção tenta retratar a mensagem de apocalipse. Infelizmente, apesar de todo o impacto visual e emocional o filme não apresenta, com fidelidade, o ensino de João. No filme, em um vôo internacional rumo a Londres, o jornalista Buck Williams (Kiek Cameron) e o piloto Rayford Steele (Brad Johnson) se vêem no meio do mais incrível acontecimento da história. De repente, sem qualquer tipo de alerta, dúzias de passageiros simplesmente desaparecem no ar. Mas isso não é tudo. Logo fica claro que milhões de pessoas desapareceram ao redor do mundo. O problema da história é que nas Escrituras o arrebatamento não se dará de forma secreta, mas com grande clangor de trombeta (Mt. 24:31).

Mas deixando a discussão teológica, pelo menos por enquanto, você já imaginou se de repente perdesse todas as pessoas que o cercam? Já pensou se de repente suas amizades fossem desaparecendo? E o pior, já pensou se tudo isso acontecesse com as pessoas bem ali, ao alcance dos olhos mas completamente distantes do coração?

As Escrituras sempre nos ensinaram que a comunhão é vital para o nosso bem estar. Davi chega a declarar que onde os irmãos vivem unidos ali Deus ordena a sua bênçao e a vida para sempre. No registro da história da Igreja primitiva, conforme o livro de Atos, percebemos que a comunhão do povo de Deus trouxe a benção do Senhor sobre a vida do povo, de tal maneira que cadeias foram quebradas e vidas transformadas.

Pense hoje nas pessoas que Deus tem colocado na sua vida como instrumentos abençoadores! Pense nos irmãos que fazem parte da sua vida e na força que Deus pode suscitar na comunhão da igreja. Pense no que você pode fazer para que os laços fraternos que cercam o povo de Deus sejam cada vez mais estreitos. Pense! Pense! Pense na igreja e pense em você! Depois faça, faça algo pela igreja e faça algo por você! Faça isso e não fique para trás!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

MEU QUERIDO PAI!




Meu querido pai

O dia dos pais é realmente um momento especial. Quem não se sente tocado com o entusiasmo das crianças e o seu sorriso contagiante que celebra o simples motivo de olhar pra alguém lhe chamando de pai? É maravilhoso! Ah, essa semana ganhei uma gravatinha de papel e um coração “vermelhão” escrito: “ I Love You”. Por alguns instantes pensei nas gravatinhas, nos desenhos e nas poesias que eu mesmo decorei só para dizer para o meu pai como é bom saber que ele está ali.
Depois de pensar sobre isso lembrei-me então do “Pai nosso que está no céu”. Foi bem cedo também que aprendi a chamar por ele, com certa dificuldade, dizendo: “Papai do céu”. E desde que ele me ouviu a primeira vez, respondendo “filho meu”, sempre tenho sentido a sua presença. Não me lembro de ter feito nenhum versinho pra Ele, mas em muitas orações eu pude dizer como Ele é importante pra mim. Hoje, achei que era o dia de escrever algo especial pra Ele:

Pai, quantas vezes eu gritei por ti no silêncio de minh’alma!
Quantas vezes chamei Teu nome apenas com o som das batidas do meu coração,
Quantas vezes!
Hoje eu lembrei que em todas elas o Senhor sempre me percebeu.
Mesmo no silêncio, na insegurança, nos desertos e nas tempestades,
Pai, o Senhor sempre estava lá.
Quando o pecado me arrastava para as profundezas do inferno era a tua graça que me valia,
Quando meus passos se tornavam fracos e o meu caminho incerto era a tua mão que me valia,
Quando o sorriso me faltava e a esperança me escapava era o teu consolo que me valia,
Pai, meu Pai, ajuda-me pois, a jamais esquecer, que Tu és o motivo de toda a minha alegria.
Com carinho,

Seu filho,

Quem Sou Eu - Atividade para crianças

 Claro! Aqui estão 5 perguntas do tipo “Quem sou eu?” com personagens bíblicos , formuladas de modo adequado para crianças de 10 a 12 anos ...