Mostrando postagens com marcador Estudos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estudos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mensagem no Culto de Abertura do CPO 2012 - IBEL

Fp. 4.2-7 – SUPERANDO BARREIRAS

Introdução.
A vida é cheia de desafios. Desde quando nascemos somos lançados em um tremendo campo de batalhas. Respirar a primeira vez é difícil e quase nunca isso acontece sem lágrimas. Mas quando conhecemos a Jesus aprendemos que existem desafios mais sérios e difíceis nessa vida.
A Bíblia diz que o mundo está perdido e corrompido pelo pecado. Nessa condição ele está em franca rebelião contra Deus. Assim, quando nos entregamos ao Senhor e resolvemos servi-lo também nos colocamos em condição de batalha contra o mundo. Desta situação podem surgir várias barreiras, o que tem levado muitos crentes a desistirem da missão para a qual fomos chamados. Como podemos superar barreiras que tentam nos impedir de cumprir o nosso ministério? Creio que Paulo responde a esta pergunta no texto que estudaremos nessa noite.


Contexto.
Quando Paulo escreveu sua carta aos Filipenses ele vivia um dos momentos mais paradoxais da sua vida. Por um lado, ele experimentava as cadeias, que eram fruto da perseguição do evangelho, por outro, a alegria de poder viver debaixo do cuidado da providência divina, o que o fez declarar com todo entusiasmo do coração – Tudo posso naquele que me fortalece. Essa aparente contradição nos traz uma pergunta: Como alguém pode enfrentar tantas dificuldades com tanto ânimo e alegria? Como ele pode superar barreiras que para muitos de nós seriam intransponíveis?
Na mensagem desta noite quero falar sobre o que precisamos fazer para superar barreiras. Creio ser oportuno meditaremos sobre essa questão. Muitos irmãos aqui sabem das dificuldades que temos de enfrentar quando procuramos viver segundo a vontade de Deus. No ministério cristão somos desafiados diariamente por inúmeras barreiras, mas não podemos parar nem retroceder. Assim, o que devemos fazer para superar as barreiras que tentam impedir nossa jornada? A resposta está no texto que acabamos de ler.


Desenvolvimento.
1) Busque a unidade – vs. 2
A primeira coisa que aprendemos é que para superarmos as barreiras que tentam inviabilizar o nosso ministério, primeiramente precisamos buscar a unidade, desenvolvendo a comunhão do corpo de Cristo.
No texto Paulo se dirige a duas mulheres que devem ter sido membros da igreja de Filipos, exortando-as a pensarem concordemente no Senhor. Não há uma descrição específica do problema que elas viveram. Talvez tenham entrado em algum tipo de disputa judicial ou quem sabe até mesmo algum desentendimento na vida da igreja. O fato é que a exortação de Paulo é para que entre elas houvesse acordo.
Aquele era um tempo de lutas, mas de lutas da igreja contra o mundo. As perseguições estavam cada vez mais intensas e era importante que os irmãos se mantivessem unidos. Paulo disse aos gálatas, por exemplo, que se eles vivessem se mordendo, eles seriam mutuamente destruídos e o Senhor Jesus ensinou que um reino dividido não pode subsistir.
Contudo, vale observar que essa unidade não deve ser buscada sem parâmetros ou referenciais. Ele diz: Pensem, concordemente, no Senhor. Não podemos supor que Deus quer que promovamos a unidade a despeito da fidelidade que devemos a Ele primeiramente. Num tempo em que o cristianismo sofre com tantas divisões, e mais especificamente no nosso meio evangélico vemos o surgimento descontrolado de novas denominações a todo instante, não podemos supor que Deus queira que sejamos um a despeito da fidelidade que devemos a ele e a sua Palavra. No entanto, permanece a exortação para que sejamos agente de promoção da unidade no meio do seu povo. Sendo irmãos e vivendo os laços fraternos que os unem, seguramente estaremos mais fortes e prontos para superar as possíveis barreiras.

2) Se alegre no Senhor. vs. 4
A segunda coisa que devemos fazer está no verso 4. Paulo diz que devemos nos alegrar no Senhor.
É sempre curioso observar que a alegria cristã não é meramente um estado de espírito, mas o resultado de um processo de amadurecimento espiritual, que compreende nossa capacidade de discernir o cuidado providencial de Deus nos eventos particulares da nossa história. Portanto,a alegria é uma ordem porque se considerarmos bem, Deus tem sido suficiente para nós.
Veja, depois que Paulo nos manda ser alegres ele diz, mais adiante, no mesmo capítulo (vs. 11) que ele aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação. Veja, ele aprendeu: E como ele aprendeu? Passando por humilhação, mas também sendo honrado, tendo experiência de fartura, mas também de escassez, sendo livre, mas também encarcerado. Ou seja, amadurecendo na medida em que colhia experiências com o cuidado providencial de Deus. E como Deus é fiel, Paulo podia ordenar: Alegrai-vos. E desta forma ele nos leva a entender que devemos crer e nunca duvidar que todas as nossas necessidades são supridas por Deus.
Quantas promessas Deus tem para nossas vidas? Quantas bênçãos estão declaradas nas Escrituras? Cada uma daquelas palavras são particularmente dirigidas a nós como filhos de Deus, portanto, se cremos no Senhor não há razão para que não nos alegremos nele. Além disso, devemos considerar que a tristeza dos que ignoram as promessas divinas tem levado muitos crentes à frustrações, decepções e até mesmo depressões, por isso é perigosíssimo desconhecer o que Deus tem prometido para nós em sua Palavra.
Agora, quando conhecemos e nos apropriamos destas promessas, podemos receber a ordem de Paulo – alegrai-vos, como um doce incentivo para que superemos as nossas barreiras.

3) Seja moderado – vs. 5
Em terceiro lugar Paulo diz que devemos superar as barreiras sendo moderados. De que modo a moderação pode nos ajudar a superar barreiras?
Creio que para Paulo moderação aqui é a capacidade de nos auto controlarmos e de sermos inclusive pacientes no meio da tribulação. Em tempos de luta é normal que ninguém se sinta satisfeito e que alguns queiram, inclusive, o que não é possível. Então, quando Paulo diz que devemos ser moderados ele diz que devemos aprender a viver pacientemente. No final do verso ele ainda nos estimula a esta paciência dizendo: Perto está o Senhor! Alguns comentaristas dizem que Paulo está dizendo que nenhuma de nossas lutas se passa longe dos olhos do Senhor. Pode ser também uma referência à segunda vinda, mas, de qualquer forma, a verdade da primeira ideia nos estimula bastante – não há nenhuma luta que tenhamos de enfrentar onde Deus não esteja presente – O salmo 121 diz que o guarda de Israel não dormita e nem dorme. Daí a ideia da moderação.... tenham paciência que Deus há de prover tudo o que vocês realmente precisam.

4) Não seja ansioso. Vs. 6-7
Mas em último lugar ele diz que devemos suportar as barreiras não sendo ansiosos.
Esta é uma questão realmente interessante. A ansiedade não é um obstáculo apenas pessoal, mas ela acaba interferindo nas nossas relações interpessoais. Agora o problema mais grave da ansiedade é que ela rouba a nossa paz e não permite que experimentemos em plenitude o descanso que só Deus pode dar.
A ansiedade vem dominando o homem moderno de maneira avassaladora. Quase que eu posso dizer que todos nós já fomos assaltados por crises agudas de ansiedade. E como é que podemos nos ver livres dela? Talvez você esteja se perguntando, como eu posso ser menos ansioso?
Quero estender um pouco o trecho que lemos para a nossa mensagem e chamar a sua atenção para os versos 8 e 9. Há uma íntima relação entre eles e a questão da ansiedade. Quando Paulo diz que devemos pensar em coisas edificantes, ele está nos ajudando a entender que na luta contra a ansiedade, para experimentar a paz de Deus, é preciso reorganizar o que pensamos, ou seja, mudar a nossa mente. Devemos inundar o nosso coração e a nossa mente com a Palavra de Deus, com as suas promessas e isto de tal forma que sejamos completamente tomados por suas promessas. Quando as promessas de Deus estiverem profundamente guardadas em nossa alma, nada então tirará nossa paz e nenhuma barreira será capaz de nos desanimar, porque a paz de Deus guardará o nosso coração e a nossa mente.

Conclusão
Estou certo de que o trabalho do Senhor nos traz muitos desafios e muitas barreiras, mas estou mais certo ainda de que seguindo as promessas de Deus e os seus conselhos poderemos superá-los.

domingo, 15 de maio de 2011

EMPUNHANDO AS ARMAS DA VITÓRIA SOBRE O MAL - Sermão de Domingo 15/05/11


1ª João 2.12-14


Introdução.
Hoje a UMP nacional está comemorando 75 anos e apesar de ser uma “senhora” de respeito ainda demonstra a vivacidade de quem tem o vigor da vida exalando por todo o corpo.
A própria Escritura reconhece a singularidade desta fase da vida e aconselha os jovens a se alegrarem nos dias da sua mocidade, sabendo que haverá um tempo em que prestarão contas a Deus. E aqui, aproveitando o ímpeto e coragem próprias da juventude, o apóstolo João os chama para se posicionarem na batalha, como bons soldados de Cristo Jesus. Os jovens são são chamados a vencer todo o mal. Deste modo queremos meditar sobre a maneira como temos usado as armas que Deus nos dá pra vencermos o mal.

Contexto.
O tema principal da 1ª epístola de João é o amor. Aqui João fala do amor de Deus para conosco, do amor que devemos ter para com ele e do amor que devemos ter com o próximo. Ele usa o amor como uma espécie de teste para verificar a vivacidade do nosso cristianismo. Aliás, aqueles eram tempos onde heresias cristológicas (tentativas de se deturpar o puro ensino sobre a pessoa e a obra de Cristo) estavam adentrando na igreja.
Em tempos de heresias perniciosas a Igreja foi chamada ao combate. E como nosso tempo não é diferente do de João, hoje cada um é convocado a empunhar suas armas e seguir para o fronte da batalha. O mundo quer relativizar a verdade de Deus, adocicar o pecado e acelerar a marcha infernal dos dominadores deste mundo tenebroso (Ef. 6.12) contra os soldados de Cristo.
Assim, nesse dia, em que comemorarmos o Dia do Jovem Presbiteriano, verdadeiro soldado de Cristo, reflitamos sobre as armas da nossa milícia. E que cada um de nós, membros desta igreja militante consideremos como essas armas podem nos ajudar na luta contra o mal.

Desenvolvimento.

I) A certeza do perdão dos pecados. Vs. 12
No verso 12, João diz que escrevia, àqueles a quem ele chamava de filhinhos porque o seus pecados foram perdoados por causa do nome de Jesus. João sabia da importância da comunhão com Deus e da certeza que devemos ter de que em Jesus fomos reconciliados com o Pai.
Ao seu dirigir aos filhinhos João sabia que por conta do pecado original e dos pecados pessoais cometidos por seus filhinhos, muitos poderiam viver atormentados por suas próprias consciências ou pelo ministério acusador de nosso inimigo. Alguns, sinceramente querendo servir a Deus seriam sempre confrontados com os seus próprios pecados insistindo na tese da indignidade, ou seja, quem são vocês para permanecer na presença de Deus? Quem são vocês para buscar o seu favor? Vocês são todos corruptos e, portanto, indignos da presença do Altíssimo.
Contudo, João os lembra que a graça de Deus assiste a todo aquele que confessa os seus pecados e descansa na eficiente obra de Cristo realizada na cruz do calvário. No verso 9 do cap. 1, ele disse que Deus é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça.
Creio que todo soldado de Cristo, para resistir aos dardos inflamados do maligno, precisa estar ciente de que a sua vida foi lavada no sangue do Cordeiro e que verdadeiramente não há mais condenação para os que estão em Cristo Jesus. Se você se sente acusado pelo pecado, se a sua consciência tem lhe criado um empecilho a uma comunhão plena com Deus, confesse seus pecados e entre na posse da alegria destinada aos que foram perdoados. Viver sem o medo da acusação do inimigo é fundamental para alcançarmos vitória nas nossas batalhas.
Assim posso dizer que muitos crentes tem sido derrotados pelo inimigo porque não vivem a vida justificada do redimido, então não tem paz. Se você vive no pecado pode ser a qualquer tempo chantageado pelo inimigo e também disciplinado pela justa mão do Senhor. Mas se os seus pecados tem sido confessados, a certeza do perdão se apossará do seu coração e da sua consciência, fazendo de você um guerreiro valente e um grande soldado de Cristo. Nossa primeira arma é a certeza de quem Cristo nossos pecados são perdoados.

II) O conhecimento da pessoa de Cristo. Vs. 13 – Lembre-se que em Cristo somos mais que vencedores – é por isso que os jovens podem vencer
Mas o texto prossegue, no verso 13 dizendo que os pais conhecem aquele que existe desde o princípio e depois que os jovens então, tem vencido o maligno.
Aqui somos colocados diante de uma questão importantíssima – a do conhecimento de Deus. Conhecer a Deus não somente é uma obrigação espiritual, mas uma condição imprescindível para vencermos o mal. É uma obrigação porque Deus nos ordena - Oséias 6:3 Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.” e é imprescindível porque sem o conhecimento de Cristo não podemos ver o Pai.
No verso 12 João diz que os jovens são fortes e vencem o maligno. Posso dizer que a razão dessa vitória é o conhecimento que eles tem da pessoa de Cristo.
Importante observar que desde João e depois nos primeiros séculos da era cristã muitas heresias em torno da pessoa de Cristo surgiram. Basicamente podemos dizer duas questões controvertidas estiveram no centro dos debates. A primeira era o ebionismo, um movimento que negava a plena divindade de Jesus e a segunda era o docetismo que negava a plena humanidade dele. A Igreja, nessas controvérsias se manteve firme ensinando que Jesus era verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Contudo, nesse contexto João falava do surgimento do AntiCristo, alguém que de alguma forma proferia mentiras sobre a pessoa de Cristo. Isso nos leva a entender que a vitória sobre o maligno, na mente de João, tem a ver com o conhecimento verdadeiro da pessoa de Cristo. Nele estão as fontes da nossa vitória sobre o mal.
Irmãos, não podemos conceber crentes fortes e hoje, particularmente, jovens fortes sem que eles conheçam efetivamente quem foi Jesus e o que ele fez por nós – por isso Jesus disse: João 17:3 E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
E mais, se em Cristo é que somos mais que vencedores, você só poderá resistir as investidas do maligno, se realmente a sua vida estiver escondida nele. Veja Cl. 3.1-5 (1 Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. 2 Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; 3 porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. 4 Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. 5 Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria;)

III) O poder da Palavra de Deus – A palavra é a espada e a fé o escudo. Veja Ef. 6. Por desconhecer a Palavra muitos jovens tem perdido suas batalhas para o pecado.
Há ainda um último aspecto que precisa ser tratado. João diz que os jovens são fortes pois a Palavra de Deus permanece neles.
É muito possível que a palavra de Deus seja uma referência à Cristo – o Verbo encarnado – como usado por João no cap. 1 do seu evangelho. Contudo, não vejo problemas em estender a aplicação deste verso a todo conteúdo da revelação divina, que em última análise fala, em essência, de Jesus. Então, João estaria nos dizendo: Jovens, a força de vocês provém da Palavra, que é arma de batalha e companheira inseparável da fé.
Quando Paulo fala da armadura de Deus, com a qual devemos nos revestir, ele diz que a Palavra é a espada do Espírito e o nossa fé o nosso escudo. Ele diz que com estas armas podemos apagar os dardos inflamados do maligno.
Na própria escritura aprendemos que a Palavra é o poder de Deus. Ela é o poder da velha criação e da nova criação e na medida em que nos apossamos dela, somos fortalecidos em fé, e cada vez mais convictos da veracidade e do poder de Deus.
Assim, cremos que a Palavra é um arma indispensável para vencermos o mal. A esta altura da nossa mensagem, alguém deve perguntar, mas especificamente que mal é este que devemos enfrentar. Como jovens soldados de Cristo Jesus precisamos saber: Qual a luta que temos para enfrentar?
A Escritura nos diz que a nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra os principados e contra os dominadores deste mundo tenebroso. O fato de reconhecermos o domínio soberano de Deus sobre todas as coisas não deve nos levar a negligenciar a realidade desta batalha. Contudo, não devemos também crer que essa batalha se dá apenas fora do nosso ambiente religioso, até porque o maior inimigo, contra o qual muitos jovens tem de lutar, não é a possessão demoníaca que aflige a outros, mas a própria indiferença e frieza espiritual que lhes persegue.
Essa frieza espiritual tem levado jovens ao pecado do sexo antes e fora do casamento e a rebeldia contra Deus. Essa frieza espiritual tem aberto caminho para as drogas e o número de usuários “evangélicos” tem crescido consideravelmente. Essa frieza espiritual tem levados jovens a negligenciar o seu dever diário de vigiar para não cair em tentação e, portanto, o desconhecimento da Palavra, a espada do Espírito, tem deixado jovens vulneráveis aos ataques do maligno. Hoje o nosso coração se entristece quando ouvimos a notícia de alguns que aparentemente corriam bem, mas agora longe do Senhor vivendo estão.
Mas por que essa frieza espiritual?
Por que os jovens fortes não tem canalizado a sua energia para Deus.
Contudo, se há muitos frios, nós cremos que é possível também Deus levantar uma geração de jovens que ame a Palavra e que não a veja como retrógrada e repressora, mas como poderosa e libertadora.
Por isso eu quero desafiar os jovens aqui, nesta noite, a amar o Senhor de todo o seu coração, com toda a sua alma e com todas as suas forças. Se há pecado não confessado, caia hoje de joelhos diante do Senhor, se há falta de sede, ou desejo pela sua Palavra que em oração você suplique a Deus para lhe dar essa vontade. Faça isso hoje, mas não saia daqui derrotado pelo inimigo ou sugestionado por Satanás, pelo contrário, descansando no poder libertador de Deus, saia daqui com uma vida transformada. A Escritura diz: 1 Pedro 5:6 “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte,”

Conclusão.
Que nesse dia, quando comemoramos o aniversário da UMP, Deus nos dê a graça de vermos jovens renovados no poder do seu Espírito, comprometidos com a sua Palavra. Jovens capazes de assumir para si a declaração de João de que são fortes e tem vencido o maligno.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Temperamentos – Estudo Ministrado na Escola Dominical

Alguns irmãos pediram que postássemos aqui o estudo do último domingo.

Este estudo é uma adaptação da revista – Aconselhamento Bíblico. Slide1 Slide2 Slide3 Slide4 Slide5 Slide6 Slide7 Slide8 Slide9 Slide10 Slide11 Slide12 Slide13 Slide14 Slide15 Slide16

Slide17

Durante a aula enfatizamos a idéia de que nosso propósito não era uma discussão dos temperamentos em si, mas a idéia de que Deus pode trabalhar nossos temperamentos. Por isso gastamos tempo compartilhando a experiência de Moisés, Paulo e Pedro.

Que Deus abençoe a cada um!

Pr. Cleverson

Quem Sou Eu - Atividade para crianças

 Claro! Aqui estão 5 perguntas do tipo “Quem sou eu?” com personagens bíblicos , formuladas de modo adequado para crianças de 10 a 12 anos ...