sábado, 15 de novembro de 2008

CONGREGAÇÃO FILADÉLFIA - CADEINHA - O começo de um sonho!


Já faz muito tempo que os irmãos da Congregação Presbiteriana Filadélfia (nossa "cadeinha" - uma referência à antiga cadeia de Patrocínio) almejam ter o seu lugar de culto.
Sendo assim, sob a orientação do Senhor, o conselho da Igreja Presbiteriana de Patrocínio iniciou, na última semana, a construção do novo templo. É um projeto ousado, mas que certamente será assistido pela providência do Senhor.
Nosso irmão Evang. Paulo, com toda empolgação, vem liderando a construção, e com a participação dos irmãos cremos que tudo caminhará bem.
Hoje (15/11/08) também começamos as celebrações do aniversário da nossa congregação. Tivemos um abençoado culto ao ar livre, que foi muito bem concorrido e durante todo o domingo continuaremos agradecendo a Deus pelo trabalho que vem sendo realizado.
Este é um sonho que o Senhor nos permite ver se realizando!
Se você deseja mais informações sobre o projeto da nossa construção, pode solicitar pelo formulário do blog.

No amor daquele que reina sobre a Igreja,

Pr. Cleverson

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

TEMPO: PRIORIDADE E DETERMINAÇÃO


Tempo: Prioridade e Determinação



A correria da vida moderna tem feito com que as pessoas se tornem escravas do tempo. As horas do dia são britanicamente contadas e o tempo disponível para novas atividades parece cada vez mais raro. Mas, será que tenho administrado o meu tempo com sabedoria?
Esta pergunta nos faz lembrar que a questão do tempo está ligada a dois fatores fundamentais: Prioridade e Determinação. Sempre que nossos compromissos são marcados estes dois fatores são determinantes na realização das nossas tarefas.
No que concerne à prioridade, devemos lembrar que as nossas aspirações são um elemento fundamental na escolha daquelas coisas nas quais nos envolveremos. Já no aspecto da determinação nos vemos mais envolvidos com o grau de importância que conferimos aos processos que nos levarão aos propósitos elencados em nossas prioridades. O que queremos ser e o que pretendemos alcançar determinarão o grau de motivação e o empenho que aplicaremos àquela tarefa.
Assim, devemos lembrar que tudo isso faz uma enorme diferença quando consideramos nossos objetivos à luz do serviço que devemos prestar ao Senhor.
As Escrituras, por exemplo, nos ensinam que devemos viver para o Senhor. Nossos dias e nossos propósitos devem considerar sempre, e em primeiro plano, a glória do Senhor. O apóstolo Paulo chega a declarar que para ele “viver é Cristo” e dentro desta perspectiva ele ainda nos ajuda a entender que é “preciso remir o tempo”. Aqueles que vivem para agradar ao Senhor precisam considerar a urgência da obra e a necessidade de se entregarem com afinco ao serviço do Senhor.
Portanto, as justificativas aparentemente razoáveis que nos privam de um envolvimento maior com o reino de Deus, devem ser consideradas em sua essência. Será que o que me impede de um envolvimento maior com o Senhor é algo realmente essencial e tão mais importante que a promoção da sua glória? Seria razoável deixar de me aplicar na obra do Senhor para buscar exclusivamente coisas que me realizem como pessoa?
Veja bem, a realização pessoal e o envolvimento com a obra do Senhor não são coisas excludentes, mas podem ser, quando eu não considero o Senhor como meu maior tesouro.
Deste modo, se você deseja realmente usar o seu tempo de maneira abençoada, priorize as coisas do Senhor e seja determinado no cumprimento dos seus propósitos. Não permita que os afazeres do cotidiano tirem de você a oportunidade de fazer o que realmente importa, ou seja, servir ao Senhor. Pense nisto!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

ENCONTROS E DESENCONTROS




ENCONTROS E DESENCONTROS

Os anos passam e, aqui e ali, nos encontramos e nos desencontramos. Descobrimos respostas e formulamos novas perguntas e a cada descoberta nos envolvemos em uma nova procura. Talvez alguém diga que essa é a dinâmica da vida, no entanto, tenho crido que algumas coisas precisam ser mais claramente resolvidas.
Por isso, creio que ao lidarmos com questões relativas à eternidade uma resposta objetiva precisa ser dada. Afinal de contas, o que vai acontecer comigo depois da morte? Deixando as conjecturas de lado e os sofismas antropocêntricos, voltemos às Escrituras.
Na Bíblia aprendemos que depois da morte somos lançados diante do juízo de Deus e esta é uma verdade inescapável, pois está escrito: Hebreus 9:27 “… aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo,”. Diante desta assertiva a questão é: Em que condição compareceremos diante deste tribunal? Vale ainda ressaltar que nossa própria consciência sabe que há uma dívida moral, embora ela não possa identificar, por si mesma, todas as relações envolvidas nesta questão espiritual. Sendo assim, a questão mais vital da nossa existência passa a ser a nossa preparação para este dia.
Podemos dizer que essa preparação começa com o principal encontro das nossas vidas. Naturalmente, todos aqueles que comparecem diante de um tribunal precisam de um advogado e, falando sobre Jesus, às Escrituras nos dizem: João 3:18 “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.”. É o Senhor Jesus que se apresenta como a solução, dizendo que escaparemos da condenação quando crermos nele. Todos compareceremos perante o tribunal, e todos somos culpados, mas quando cremos em Cristo nossa pena é transferida para ele de tal forma que nos tornamos livres pois Romanos 8:1 diz: “… nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito.”.
Deve-se notar ainda que Jesus nos tem convidado para descansarmos no que ele faz para que sejamos livres das aflições e dos desencontros desta vida, pois ele diz: Mateus 11:28 “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.”. E, se mesmo depois de se achegar você se sentir culpado, as Escrituras também nos confortam, dizendo: 1 João 2:1 “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.”.
Pode até ser que para alguns a vida seja feita de encontros e desencontros, mas para quem conhece a Jesus a vida é feita de respostas claras, que nos ajudam a encontrar o caminho da eternidade.

sábado, 1 de novembro de 2008

Exemplo de Vida



Esse vídeo nos faz pensar na nossa omissão. Quantas vezes acreditamos que nossas justificativas são plausíveis. Acreditamos que os empecilhos são maiores que o poder de Deus nos usando. Veja o vídeo e pense no que Deus pode fazer através da sua vida. Eu tenho pensando no que Ele pode fazer através da minha.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

ATALHOS DA FÉ




Os Atalhos da Fé

Na história da Igreja vários desvios doutrinários marcaram a trajetória de pessoas que afirmavam conhecer os caminhos da fé. Esses desvios acabaram se tornando atalhos perigosos e fatais para aqueles que não pretendiam ceder aos verdadeiros ensinos do evangelho bíblico. Assim, desde o século II, por exemplo, muitos “fiéis” começaram a interceder por mortos e, já no séc. V, a “igreja” observava anualmente um dia de preces pelos mortos.
No caso apresentado as motivações pareciam sinceras e oportunas. Como era corrente pregar que os mortos da igreja não iam direto para o céu, inventou-se o purgatório. Ensinava-se, assim, que mediante o sofrimento, contribuições financeiras e/ou orações, muitos poderiam deixar o purgatório, transferindo-se para o céu. Contudo, a questão é: Por que não aceitamos isso?

I) A “doutrina do purgatório” não encontra sustentação bíblica:
A primeira base de nossa rejeição é fundamental. Cremos que as Escrituras Sagradas são a única regra de fé e prática, portanto, cremos que somente elas têm autoridade para estabelecer doutrinas. E, no que concerne ao purgatório, não há nenhuma referência direta ou indireta em toda a Escritura, por menor que seja, a algum purgatório. O que nos leva a crer que esta não é uma doutrina bíblica. Veja Apocalipse 22:18 “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro;”

II) A “doutrina do purgatório” anula o valor e os efeitos da obra de Cristo:
A segunda base da nossa rejeição é essencial. Ora, se é necessário interceder por mortos em um estágio diferenciado e pré-céu, segue-se que a obra de Cristo não foi suficiente para prover os meios necessários à salvação. Se precisamos completar, ainda que com nossas orações, a salvação dos “fiéis”, Cristo realizou sua obra de modo imperfeito. Falando sobre Cristo o escritor aos Hebreus registra: Hebreus 9:15 “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.”.

III) A “doutrina do purgatório” é um atentado contra as verdadeiras relações humanas:
A terceira base da nossa rejeição é relacional. As Escrituras ensinam que depois da morte segue-se o juízo – Hb. 9:27. Creio, então, que quando verdadeiramente nos interessamos pelo outro nos esforçamos continuamente para apresentar-lhe a verdade. O purgatório oferece um atalho conveniente, ou seja, permite que seja negligenciada a tarefa bíblica de notificar a todos os homens a necessidade urgente do arrependimento, afinal de contas, intercede-se por eles depois. Mas, ensinam as Escrituras: Atos 17:30 “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam;”.

Por tudo isso, cremos e ensinamos: Todo homem está perdido e sob condenação. Sua salvação só se dará mediante o resgate pago por Jesus na cruz e sua apropriação destes benefícios está atrelada à pregação, seguida da aceitação e da transformação operadas pelo Evangelho nesta presente vida.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A LIBERDADE DO VERDADEIRO AMOR


A Liberdade do Verdadeiro Amor




Depois de acompanhar com interesse o desenrolar do seqüestro de duas adolescentes em Santo André, fiquei pensando sobre os resultados do verdadeiro amor. Foi por “amor”, que o jovem de 22 anos prendeu sua ex-namorada. Mas será que o verdadeiro amor nos priva da liberdade? É bem verdade que o amor em questão diz respeito às relações afetivas entre um homem e uma mulher. Contudo, o amor é bem mais amplo e deve ser analisado à luz de suas raízes.
Quando olhamos para a Bíblia aprendemos que o amor é um dos atributos de Deus. João chega a declarar que ele é a essência do próprio Deus, quando em I Jo. 4:8 o apóstolo afirma que Deus é amor.
Contudo, o que chama mais a nossa atenção é o resultado desse amor. Em João 3:16 aprendemos que o resultado do amor de Deus foi o envio do seu filho Jesus Cristo. Diz o evangelista que o Senhor amou tanto ao mundo, que estava numa condição deplorável, que enviou o seu Filho para resgatá-lo. Por aqui, já aprendemos que o verdadeiro amor tem um propósito libertador.
Ao contrário do que o ser humano experimenta nas suas relações afetivas, buscar amor em Deus significa livrar-se de temores, de complexos, de apreensões e de inseguranças. Aquele que experimenta o amor divino encontra a verdadeira expressão da liberdade na redenção que ele traz.
Por tudo isso é que encorajamos a todo homem experimentar o verdadeiro amor que nós é comunicado na pessoa de Jesus.
Talvez as relações amorosas no seio de sua casa estejam deterioradas, ou quem sabe as suas relações sociais estejam comprometidas. Pode ser também que em virtude das suas dúvidas você nem venha conseguindo encontrar a trilha do verdadeiro amor. Portanto, olhe para Jesus e viva a experiência de algo libertador e transformador – o amor do Cordeiro de Deus.
Ainda devemos lembrar que esse amor não é para ser discutido e apresentado como furto de elucubrações filosóficas, mas deve ser experimentado como fruto de uma experiência pessoal. Queira hoje, conhecer o verdadeiro amor de Deus.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA


Liberdade de Consciência

Nossa paixão política é capaz de fazer juízo de valores completamente inoportunos. Por nos envolvermos tanto com este ou aquele candidato acreditamos que os “verdadeiros crentes” podem votar somente naqueles que indicarmos. Não é raro, então, ouvirmos pessoas se “escandalizando” com escolhas diferentes da sua.
Hoje, mais uma vez, somos convidados a participar de mais um exercício pleno da democracia. Assim, sem constrangimentos e no uso da nossa liberdade de consciência, como um direito assegurado pelo estado, mas, sobretudo como uma dádiva Divina, devemos firmar alguns pressupostos básicos da nossa liberdade de escolha:

1) A consciência cristã deve submeter-se às Escrituras.
Embora a argumentação central se valha da liberdade como algo essencial, devemos lembrar que ninguém está completamente isento de influências. Aliás, é impossível ser membro de uma sociedade e não receber influências. Deste modo, devemos escolher então aquelas que receberemos. E, por entendermos que este processo pode ser dar num nível consciente, submetamo-nos exclusivamente às Escrituras, pois somente elas podem nos conformar ao padrão de excelência que encontramos em Deus. Procure nas Escrituras uma resposta para a suas escolhas;

2) O cristão deve sentir-se livre no exercício das suas responsabilidades civis.
Não há paradoxo entre a submissão às Escrituras e o exercício livre da consciência. O aparente contraditório é esclarecido quando entendemos que as ações são originadas no coração, portanto, refletem o desejo do indivíduo. Contudo, o que queremos enfatizar é que se a nossa consciência está comprometida com as Escrituras, suas escolhas serão melhores e livres.

3) É dever do cristão honrar os que forem investidos de autoridade.
Fim das eleições e o nosso candidato não é eleito. O que devemos fazer? Ensinam as Escrituras que devemos nos entregar a oração para que vivamos vida tranqüila, entendendo que toda autoridade procede de Deus. É claro que o fato da autoridade proceder do Senhor não significa que ele aprova todos os seus atos. No entanto, essa verdade faz-nos pensar na necessidade de reconhecê-los e de assistí-los em oração.

4) É responsabilidade cristã lutar pelo estabelecimento do direito.
O cristão não pode se omitir diante das injustiças. Como luz do mundo ele deve estender suas influências àqueles que governam. Portanto, não negocie seus princípios e valores cristãos, mas leve-os ao mundo, para que pela presença do evangelho nossa sociedade seja transformada.

Assim, busquemos em Deus sabedoria para que o dia de hoje seja uma benção para a vida da sua igreja, a partir da participação inteligente do seu povo nesse processo democrático.

Quem Sou Eu - Atividade para crianças

 Claro! Aqui estão 5 perguntas do tipo “Quem sou eu?” com personagens bíblicos , formuladas de modo adequado para crianças de 10 a 12 anos ...